O que são os superalimentos?

Super foods

É um termo utilizado para descrever alguns alimentos encontrados na natureza, de alto teor em fitonutrientes com elevados benefícios para a saúde.

Embora só mais recentemente a ciência tem vindo a comprovar as potencialidades dos superalimentos, a verdade é que a maioria deles são consumidos há milhares de anos por outras civilizações.

Os superalimentos são geralmente naturais, inteiros e contêm altos teores de vitaminas, minerais, aminoácidos, ácidos gordos essenciais ou antioxidantes, etc…

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Destacamos 6 superalimentos:

 

1 Sementes CânhamoSementes de Cânhamo

As sementes de cânhamo são uma boa fonte de antioxidantes, fibra, proteínas de origem vegetal, ácidos gordos essenciais insaturados e de um conjunto de vitaminas e minerais sendo, por isso, um excelente complemento à dieta diária.

As sementes de cânhamo são uma das maiores fontes vegetais dos ácidos gordos essenciais ómega 3, 6 e 9, um conjunto de ácidos gordos essenciais com um papel importante na manutenção da saúde cardiovascular, cerebral e da visão, bem como na regulação da resposta inflamatória.

As sementes de cânhamo são também uma boa fonte de proteínas sendo facilmente digeríveis e assimiladas belo organismo humano e uma boa fonte de aminoácidos essenciais.

As sementes de cânhamo são ricas em fibras dietéticas. As fibras ajudam a manter o sistema digestivo saudável e facilitam o trânsito intestinal. A fibra dietética encontrada no cânhamo é composta primariamente por fibras insolúveis.

Contêm também antioxidantes e minerais, especialmente magnésio, ferro, cálcio e sódio e, em menores quantidades têm fósforo, zinco, cobre e manganésio.

As sementes de cânhamo são um alimento perfeitamente equilibrado para todos, em particular vegans, desportistas e pessoas com um estilo de vida ativo.

 

2 Proteína CânhamoProteína de Cânhamo

A proteína de cânhamo,obtida a partir das sementes de cânhamo, é uma das principais fontes de proteína de origem vegetal.Além de ser uma excelente fonte de aminoácidos essenciais, a proteína de cânhamo é considerada como sendo um suplemento proteico de elevada qualidade que pode ser utilizado para aumentar o aporte proteico de vegetarianos e não vegetarianos.

As sementes de cânhamo utilizadas para produzir a proteína de cânhamo são compostas por aproximadamente 45% de óleo, 35% de proteína e 10% de hidratos de carbono.

O cânhamo pode ser considerado uma fonte proteica de eleição graças ao facto de ser facilmente digerida pelo organismo.

 

3 MoringaMoringa

Nativa da Índia, a moringa tem vindo a ser utilizada, um pouco por todo o mundo, para combater a malnutrição. O seu conteúdo em vitaminas, minerais e aminoácidos faz com que seja considerada uma das plantas mais completas a nível nutricional, em todo o mundo.

A moringa é rica em cálcio, ferro, magnésio, potássio, proteínas e em vitamina A e C como tal, acredita-se que para além de contribuir para o normal funcionamento do sistema imunitário e para a manutenção de uma visão, pele e mucosasnormais, a moringa também pode contribuir para o normal funcionamento do sistema imunitário, para uma redução da fadiga e do cansaço e para o normal funcionamento do sistema nervoso.

 

4 SpirulinaSpirulina

A spirulina é uma microalga consumida há milhares de anos pelos povos astecas e maias, bem como pelos nativos de países africanos e asiáticos onde é reconhecida como fonte de nutrientes e de cura medicinal.

Contrariamente às plantas terrestres, a spirulina não tem uma dura parede celular de celulose, sendo assim facilmente digerida.

É predominantemente composta por proteínas – entre 60 e 70% – e contém todos os aminoácidos essenciais (aqueles que o corpo humano não consegue produzir e que por isso devem ser obtidos através da alimentação), que são vitais para o crescimento e reparação dos tecidos.

Além de conter elevados níveis de minerais como o ferro, o zinco, o selénio, o potássio e o cálcio, a spirulina é rica em vitaminas B1, B2, B3, B6 e B9, em vitamina D e em pró-vitamina A (Betacaroteno).

Esta alga também contém antioxidantes naturais, como a vitamina C e a vitamina E, que contribuem para neutralização dos radicais livres, evitando, desta forma, os danos celulares, o envelhecimento prematuro e fortalecendo o sistema imunitário.

A cor verde azulada da spirulina é devida aos pigmentos de clorofila e ficocianina. Acredita-se que ambos podem contribuir para a desintoxicação do organismo por se ligarem a metais pesados e aos resíduos do metabolismo.

A spirulina é ainda uma fonte natural de iodo, elemento químico essencial para uma boa função da tiroide.

 

5 Clorela
Clorela

A clorela é um género de algas verdes unicelulares que cresce normalmente em água doce fresca. Acredita-se que pode servir como uma fonte de energia e de nutrientes devido à sua eficácia fotossintética. Além de conter uma grande quantidade de vitaminas, incluindo a pró vitamina A (betacaroteno) e as vitaminas B1, B2, B3, B6, B12, biotina, vitamina C e vitamina E, a clorela é também uma boa fonte de clorofila, cálcio, ferro, magnésio, fósforo, potássio, iodo e zinco, o que poderá contribuir para um sistema imunitário saudável.

A clorela é também uma boa fonte de proteínas (57%), comparável aos produtos de origem animal, contendo os 8 aminoácidos essenciais. Os aminoácidos essenciais são aqueles que o nosso organismo não consegue produzir e que por isso deverão ser obtidos através da nossa alimentação.

A clorela é também uma importante fonte de ácidos gordos ómega-3, incluindo os ácidos linoleico e alfa-linoleico. Estes nutrientes, essenciais a uma boa saúde, estão muitas vezes ausentes nas dietas modernas que incluem alimentos processados.

Alguns dos nutrientes presentes na clorela atuam como antioxidantes contribuindo para a neutralizaçãodos radicais livres que podem ser responsáveis pelo envelhecimento prematuro e por danos nas células que podem resultar no desenvolvimento de determinadas patologias.

Acredita-se que a fibra dietética que está presente na parede celular da clorela tem a capacidade de ligar-se às toxinas, eliminando-as através do trato digestivo.

 

6 Farinha CocoFarinha de coco

A farinha de coco é obtida a partir da polpa de coco. Depois de seca e retirada a gordura, a polpa é moída e transformada num pó muito semelhante, em consistência, cor e textura, à farinha de trigo.

Nutricionalmente mais rica do que a farinha de trigo, a farinha de coco não tem glúten, tem um baixo índice de hidratos de carbono, é de fácil digestão, é uma excelente fonte de fibra e proteínas.

Uma vez que a farinha de coco contém açúcar naturalmente proveniente da carne do coco, as receitas preparadas com ela necessitam de menos açúcar.

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